S.M.S. – A LIDERGIA® PARA O TRABALHO EM EQUIPE Parte 6 – A “área do coração” – 3. O campo eletromagnético

Este é o terceiro texto onde abordamos a importância da “área do coração” para a prática da arte e da ciência da liderança.

No primeiro texto abordamos como o coração se comporta ao ser considerado como um “cérebro dentro do coração” tendo em vista uma ampla rede neuronal que se interconecta com a rede neuronal cerebral e como pensamentos, sentimento e emoções se relacionam diretamente com ele.

No segundo texto aprofundamos este conceito mostrando a importância do chakra cardíaco e da glândula timo neste processo.

Neste terceiro texto quero complementar estas linhas abordando o campo eletromagnético do coração e sua importância.

A Física nos ensina que o mundo, como nos é ensinado, é composto de dois grandes campos de energia: magnética e elétrica.

Estudos vem mostrando que o nosso coração é a fonte mais poderosa do nosso corpo na geração destas energias. Mas é bom lembrar que até há pouco tempo os cientistas acreditavam que somente nosso cérebro tinha este poder.

Para se ter uma ideia, o campo elétrico do coração é 60 vezes mais forte que o do cérebro e seu campo eletromagnético chega a ser 5000 vezes mais forte que o do cérebro.

Cada célula cardíaca produz um sinal eletromagnético que se irradia para seu exterior.

Um exame de eletroencefalografia mostra que as ondas cardíacas são muito mais fortes que as ondas cerebrais. E a leitura do espectro de frequência deste órgão mostra que estas ondas se propagam até 3 metros de distância para fora do nosso corpo.

Esta frequência eletromagnética se irradia na forma de arcos que se originam no coração e retorna com um formato de anéis de energia que se estendem desde a região da pelve até a porção mais superior do crânio.

Este campo tem uma relação direta com as nossas emoções pois mudam seu espectro frente a emoções positivas ou negativas.

Pesquisas do Instituto HeartMath mostraram que as emoções positivas geram benefícios para nosso corpo no que diz respeito à nossa saúde física e mental.

Sentimentos como ansiedade, frustração, raiva, inveja, egoísmo, medo, criam campos desordenados e incoerentes, fazendo com que os indivíduos se sintam confusos, pouco ou nada criativos e som pouca ou nenhuma clareza mental. Nestes casos o coração é obrigado a trabalhar de forma mais intensa, de forma mais desordenada e aumentando as pulsações, o que altera o campo eletromagnético e pode desencadear doenças.

Inversamente, sentimentos como amor, carinho, compaixão, alegria, entusiasmo, apreciação, gratidão, perdão, criam campos coerentes e ordenados gerando maior equilíbrio, clareza mental, criatividade e bem-estar. Nesses estados o coração vibra de forma mais harmônica, proporcionando ao corpo maior disposição física e mental, além de gerar maior imunidade às doenças.

O padrão da pulsação do coração, em função dos sentimentos positivos ou negativos influenciam o ritmo do cérebro, do sistema nervoso, dos órgãos e das glândulas do corpo.

Para os pesquisadores, “os sentimentos são códigos de acesso ao que chamamos Sabedoria do Coração, que pode ser definida como a capacidade do indivíduo de gerar níveis excepcionais de energia interior, criando a excelência dos estados mentais, emocionais, espirituais e físicos”.

Abaixo seguem dois exemplos

 

A criação de campos eletromagnéticos positivos e harmônicos também ajuda nas conquistas pessoais e na qualidade dos relacionamentos.

Marvin J. Aston nos ensina que “se você puder olhar para dentro de cada coração das pessoas e entender os desafios que cada uma enfrenta, acredito que poderíamos tratar cada uma de forma muito mais gentil, com mais amor, mais paciência, mais tolerância e mais cuidado”.

Estar ao lado de indivíduos com “alto astral”, onde seus campos eletromagnéticos se entrelaçam, geram confiança, respeito, empatia e transparência nas relações interpessoais.

Estas observações podem, inclusive, justificar a mudança do conceito de networking para netweaving, um novo conceito que vem se firmando na linguagem corporativa como também na prática da liderança.

 

O campo eletromagnético e a liderança

 

Do ponto de vista da lidergia, um líder injeta sua EUnergia em si mesmo, em seus liderados e em seus relacionamentos. Este último representados por clientes, fornecedores, stakeholders, etc.

Este terceiro texto sobre a “área do coração” encerra todos os aspectos que um líder 4.0 deve desenvolver dentro de si para buscar equipes harmônicas e de alta performance.

Todos nós já estamos “carecas” de saber que o conhecimento contrata e o comportamento demite.

Procurei demonstrar que comportamentos negativos geram campos negativos, o que abre as portas para acontecimentos e situações geradoras de conflitos e desavenças.

O conhecimento da importância de como a “área do coração” passa a ser de suma importância, considerando o que a Ciência vem mostrando sobre ela.

Uma equipe “sem coração” é dispersa, impulsiva e sem foco. Quando sentimentos e emoções, originados nos corações dos colaboradores, afloram sem um equilíbrio inteligente, cria-se ambientes instáveis e com desperdício acentuado das EUnergias individuais.

E o líder 4.0 deve estar muito atento a isso. Afinal, ele tem papel fundamental não só no desenvolvimento de equipes, mas também por contribuir de forma contundente para a humanização do ambiente de trabalho. E os estudam mostram que empresas humanizadas chegam a ter o dobro de rentabilidade.

Usar de forma consciente sua EUnergia e a “área do coração” passa a ser a uma das atribuições principais dos líderes 4.0.

 

 

Autor: Luiz Roberto Fava

 

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